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GoPro anuncia Hero 6 Black, a câmara 360 Fusion e novas funcionalidade para o drone Karma

GoPro Hero 6 Black Após uma espera ansiosa a GoPro revelou a mais recente da sua série de Heros, a Hero 6 Black, que tendo um design se...

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terça-feira, 20 de setembro de 2016

GoPro anuncia Hero5 Black, Hero5 Session e um drone


Gopro
Depois de terem vindo a anunciar uma nova câmara durante meses, a GoPro, finalmente, tem dois novos modelos a Hero5 Black a 429,99€ e a Hero5 Session a 329,99€. Ambas as câmaras serão lançadas dia 2 de outubro.
A primeira é uma revisão completa e uma nova câmara flagship (importante) para a marca. A outra é uma versão melhor do modelo original de 2015, mas com menos funcionalidades principais que a Black tem, para ajudar a tornar algumas decisões mais fáceis.

Ambas as câmaras são impermeáveis até 10 metros sem proteção. As câmaras GoPro anteriores eram apenas resistentes e à prova de água quando numa caixa de policarbonato, e lidar com estas caixas era um aborrecimento. Presumivelmente haverá caixas de mergulho para aqueles que querem ir mais fundo ou que precisam de proteção contra choques, mas o consumidor poderá simplesmente tirar a câmara da caixa e ir para a praia e surfar com esta.
A GoPro também introduziu o que chama de estabilização eletrotécnica de imagem, de nível profissional.

A Black e a Session serão capazes de gravar em resolução 4K a 30fps (imagens por segundo). Isto é o mesmo que o modelo anterior, Hero4 Black, mas passando para a Session. O Hero5 Black, no entanto, tem outras melhorias de imagem.

A câmara pode capturar fotos de 12 megapixéis no formato RAW e há também um modo de amplo alcance dinâmico. A GoPro também acrescentou uma definição de visão linear que corrige a distorção nas suas fotos e vídeos de grande ângulo. A Session de 10 megapixéis tem esta opção também, mas não tem a opção RAW e o modo WDR (Amplo Alcance Dinâmico).

A GoPro abandonou a configuração dos três botões para a Hero5 Black em favor de um display touchscreen de 2 polegadas e um único botão que liga a câmara e começa a gravação. A interface touch foi atualizada, também, simplificando um bocado as configurações.
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No início do ano, o CEO da GoPro, Nick Woodman, disse que a Hero5 seria "a mais conectada e conveniente" câmara que a GoPro alguma vez fez e qualquer novo hardware faria um melhor trabalho em conectar smartphones e a cloud.

Acesse à GoPro Plus, um serviço de subscrição baseado na cloud que faz com que seja possível fazer upload, editar e partilhar os seus clipes com um smartphone ou um computador. Ligue uma Hero5 para carregar e a câmara irá automaticamente armazenar as suas fotos e vídeos para o serviço.

O serviço dá também acesso a uma biblioteca de música licenciada para usar nos vídeos, 20% de desconto em suportes e acessórios no site da GoPro, suporte premium e acesso exclusivo a vestuário da GoPro.

As câmaras Hero5 têm comandos de voz para iniciar e parar gravações, tirar fotos e até mudar os modos de disparo. A empresa tem também planos para um novo controlo remoto, chamado Remo, para aumentar o alcance dos comandos de voz.

A GoPro provou também que ainda há espaço para algo novo nos drones câmara.
Gopro
Depois, também, de terem vindo a anunciar e até lançar um vídeo, a empresa revelou finalmente o Karma, o primeiro drone desenhado para as suas câmaras, mas simplificado para os novatos em drones.
Vamos pegar no exemplo do controlo remoto do Karma. Muitos drones câmara vêm com controlos remotos cheios de botões. Claro, alguns são mais fáceis de usar que outros, mas o controlo remoto do Karma tem a sensação familiar de um controlador de jogos. Além do mais, o utilizador não necessitará de ligar o seu smartphone ou andar atrás do drone porque este controlo remoto já tem um ecrã touch.
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O Karma é pequeno, também. Dá para dobrar e por numa mochila pequena. Na verdade, este vem com a mochila incluída. E, como é óbvio, é feito para trabalhar com as câmaras Hero5 Black e Hero5 Session, mas também poderá trabalhar com as Hero4. O utilizador, então, não terá uma câmara que está permanente ligada a um drone, tem uma câmara que pode utilizar com ou sem drone.

Talvez o seu melhor recurso seja o estabilizador de três eixos, da câmara, no drone. Não só irá manter o vídeo com uma aparência suave no ar, como pode ser removido e fixo ao Karma Grip. A GoPro afirma que o Grip poderá ser usado com as mãos, perfeito para correr, andar de bicicleta, andar de skate, etc. junto dos amigos, ou montando noutros suportes.
Gopro
O Karma será lançado dia 23 de outubro a 869,99€ (mais informações clique aqui).

Fonte:
CNET (1)(2)
GoPro

segunda-feira, 19 de setembro de 2016

A mais recente aquisição do Google poderá tornar o Maps um pouco melhor



A Urban Engines tem vindo a analisar o tráfego de cidades e como as pessoas se movimentam. Assim, naturalmente, faria sentido que esta companhia fosse adquirida por um conjunto que esteja interessado em fazer os seus mapas mais eficientes. E é aqui onde o Google entra. O gigante das pesquisas comprou a Urban Engines com o único propósito de melhorar o Maps.

"A nossa história começou com um engarrafamento."
"A partir desse momento, temos sido inspirados como uma equipa para tornar a navegação no mundo real mais fácil tal como a navegação virtual. Anteriormente, trabalhávamos em fazer a web mais rápida, melhor e mais personalizável. Sentimos uma oportunidade de aplicar estas lições para o mundo em que vivemos, e tornar a vida urbana melhor. Com o rápido crescimento em sensores (GPS, faróis, etc.) nos smartphones, carros e trânsito, estamos agora na era da Internet de mover coisas. O potencial de melhorar a vida de milhões de passageiros, aprendendo com padrões de comportamentos pendulares, reformulando o congestionamento e a criação de novos serviços ao consumidor a cada minuto é incrível. Na verdade, temos uma oportunidade para criar um sistema operativo urbano - uma sobreposição de software inteligente para o nosso mundo real."
urban engines 2
"Um desafio fundamental é como montar uma alta-fidelidade, um "pulso" em tempo real à escala de uma cidade, a partir deste novo tipo de dados anónimos, agregados no espaço/tempo (por exemplo, a localização e as datas). Para nós, nerds da Ciência da Computação, o espaço/tempo é um novo "tipo de dados" com uma nova escala e desafios algorítmicos. Ao longo dos últimos anos, criámos Warp - um poderoso, novo mecanismo de espaço/tempo que junta milhões de passageiros e veículos com algoritmos especiais e com uma cloud poderosa. Por exemplo, como reconstruir o fluxo de milhões de passageiros todos os dias, como analisar e aprender com dados em grande escala a partir de hotspots e otimizar as trocas em "cenários hipotéticos" usando emulações dos sistemas do mundo real (como em SimCity)." 
"Ao longo dos últimos anos, tem sido nosso privilégio servir e aprender com clientes nas Américas, Ásia, Europa, África e Médio Oriente - parceiros inovadores em prefeituras e ministérios em "cidades inteligentes" a lideres no transporte global, cada um com um único desejo para melhorar as experiências pendulares de milhões de pessoas todos os dias e fazer infraestruturas urbanas mais eficientes. Até à data, o nosso mecanismo de espaço/tempo já analisou milhares de milhões de viagens e melhorou a vida de milhões de passageiros."
urban engines 1
"Hoje, estamos muito animados em partilhar a próxima fase da nossa jornada - A Urban Engines é agora uma parte da equipa do Google Maps! A localização analítica é um foco importante para ambos Urban Engines e para a equipa do Google Maps, e estamos empolgados em combinar forças para ajudar organizações a entender melhor a forma como o mundo se move. Há muita coisa que estamos a planear construir juntos, e não podemos esperar para mostrar o que está próximo."
"Estamos verdadeiramente gratos aos nossos clientes, utilizadores, parceiros, investidores e conselheiros que se juntaram a nós para ir atrás de um problema muito desafiador. A nossa viagem para fazer os próximos quilómetros um trilião de vezes mais rápidos e melhores ainda agora começou..."
Ainda é um pouco cedo para dizer exatamente o que a Urban Engines irá trazer para a mesa, mas com base na sua história, talvez melhor rotas em torno de engarrafamentos seria uma aposta bastante segura.

Fonte:
urban engines
engadget
Imagens retiradas de:
urban engines

quarta-feira, 7 de setembro de 2016

Dados de satélites podem ajudar a prever quais das florestas tropicais do mundo estão em apuros.


Os satélites são excelentes para comunicação, previsão do tempo, e uma série de outras atividades. Agora há uma aplicação que ainda não nos tínhamos deparado com - construção de um mapa de calor de várias florestas tropicais do mundo. Quando combinado com algumas ferramentas estatísticas puras, estes podem prever regiões que possam estar em apuros.

Este é o objetivo de um projeto da Universidade de Wageningen, na Holanda. Foi recentemente descrito num artigo para a revista Nature Climate Change, intitulado "Resiliência de sensoriamento remoto das florestas tropicais".

"Temos grandes quantidades de satélites a monitorizar estas florestas, e descobrimos que fomos capazes de utilizar informação de séries temporais com estes a olhar para a dinâmica e resiliência da floresta", disse, o principal autor, Professor Jan Verbesselt à Digital Trends. "Descobrimos que estas series temporais estão a abrandar devido a pressões, como as secas. Este é um novo indicador que pode ser derivado a partir destes dados, e podem ser usados para prever onde as florestas mais frágeis estão - para que as pessoas façam alguma coisa sobre isto".

O trabalho envolveu a análise das coberturas das árvores para ver como estas mudariam em resposta às mudanças climáticas. Em particular, as alterações na cor verde, e a velocidade a que estas mudanças ocorrem, é um indicador da capacidade que uma floresta tem de recuperar do stress. O modelo estatístico baseado em imagens de satélite também veio a provar que existe um "ponto de inflexão" onde as florestas colapsam após um período particularmente seco.
Florestas
"Nós ainda não tirámos conclusões imediatas do porquê destas secas estarem a aumentar", disse Verbesselt. "Vivemos num mundo em mudanças. O que estamos a fazer é estudar estas mudanças e como elas afetam as nossas florestas tropicais".

Olhando para o futuro, Verbesselt disse que espera que o modelo desenvolvido pela sua equipa possa ser usado para ajudar as pessoas a intervir para salvar as florestas antes de chegar ao ponto de não retorno. "Há mais dados de satélites disponíveis que nunca", afirmou. "Por exemplo, a Agência Espacial Europeia lançou recentemente três novos satélites chamados, Sentinel 1B, 2A e 3A. Esta enorme quantidade de dados de alta qualidade é de acesso livre e disponível gratuitamente. Os modelos que desenvolvemos podem ser usados nos dados de satélites para saber em detalhe o que está a acontecer no nosso ecossistema."

E não são apenas as florestas. "Existem vários sistemas dinâmicos que podem ser monitorizados a partir do espaço, como lagos, savanas, ervas", concluí. "Esta é uma ferramenta preditiva que toda a gente poderia usar [para ajudar a monitorizar uma variedade de sistemas naturais] ".

Informações sobre os satélites recentemente lançados:

-Sentinel-1 é um satélite de órbita polar, para qualquer tempo, que tem como missão enviar imagens de radar de dia e de noite para serviços terrestres e marítimos. O Sentinel-1A foi lançado no dia 3 de abril de 2014 e o Sentinel-1B no dia 25 de abril de 2016. Ambos foram levados para órbita num foguete Soyuz a partir do Porto Espacial Europeu na Guiana Francesa.

-Sentinel-2 é também um satélite de órbita polar, que tem como missão enviar imagens de alta resolução multiespectrais da terra fornecendo, por exemplo, imagens de vegetação, do solo e da cobertura da águas, vias navegáveis interiores e áreas costeiras. O Sentinel-2 pode também fornecer informações para serviços de emergência. O Sentinel-2A foi lançado no dia 23 de junho de 2015 e o Sentinel-2B seguirá no segundo semestre de 2016.

-Sentinel-3 é uma missão multi-instrumento para medir a topografia da superfície do mar, a temperatura da terra e do mar, cor do oceano e cor do solo com uma precisão de alta qualidade e segurança. A missão apoia sistemas de previsão dos oceanos, bem como a monitorização ambiental e climática. O Sentinel-3A foi lançado no dia 16 de fevereiro de 2016 e o Sentinel-3B está agendado para lançamento em 2017.

Fonte:
Digital Trends
esa
Imagem retirada de:
nature.com

segunda-feira, 1 de agosto de 2016

"Aranha" robot da Lockheed Martin procura pequenos buracos em dirigíveis, e de seguida, corrige-os


https://www.flickr.com/photos/133013145@N08/28702256095/in/photostream/lightbox/
A indústria dos dirigíveis não é grande, mas poderia ser muito mais, e lucrativa, para os envolvidos, se houvesse uma maneira fácil e barata de reparar buracos nestes. Felizmente a Lockheed Martin está em cima do acontecimento, tendo desenvolvido uma "aranha" robot para andar por toda a cobertura do dirigível, procurando buracos reparando-os de seguida.

Os reparos são um grande problema num dirigível em andamento. Mesmo com os buracos mais pequenos, grande parte da eficiência da aeronave perde-se, por isso manter a cobertura arranjada é incrivelmente importante. Antes da existência deste robot, procurar e reparar este buracos envolvia muita mão de obra, pela cobertura, para os encontrar.
Isso parece tão século XX, de modo que os investigadores da Lockheed Martin desenvolveram a SPIDER (aranha): um "instrumento de propulsão automático para avaliação e reparação de danos nos dirigíveis". Este dispositivo tem montado uma série de fios o que faz parecer que seja mesmo uma aranha.

Na realidade, esta "aranha" funciona de forma semelhante aos imanes que se usam para limpar os tanques de peixes. A "aranha" está fixa em duas metades, uma para o exterior da cobertura e outra para o interior. Juntas, estas movem-se ao longo de toda a superfície da cobertura e, usando uma luz numa metade e um sensor na outra, vão detetando se há danos. Melhor ainda, ao detetar os danos, estas corrigem-nos de seguida e não haverá mais nenhum problema.
Porquê que a Lockheed Martin, uma das empresas empreiteiras mais avançadas em indústria aeroespacial e em forças armadas, está a desenvolver dirigíveis? Porque esta acredita que um novo design híbrido nos dirigíveis poderia ser perfeito para tarefas específicas no futuro, como o transporte de baixo custo, de socorro, ou mesmo para uso militar. "Os dirigíveis híbridos oferecem uma grande capacidade de transporte com uma economia de combustível significativa e custos operacionais reduzidos."

Não é ainda claro se a Lockheed Martin começou a compartilhar a sua tecnologia com outras empresas, mas não há duvida que outras empresas na indústria dos dirigíveis quererão também ter uma "aranha".
Veja como a SPIDER (instrumento de propulsão automático para avaliação e reparação de danos nos dirigíveis) resolve um dos maiores desafios enfrentados na indústria dos dirigíveis.

Em baixo poderá ver uma pequena explicação [em inglês] sobre o dirigível híbrido da Lockheed Martin:

Fontes:
Digital Trends
New Atlas
The Verge
Lockheed Martin
Imagens retiradas de:
YouTube

quarta-feira, 27 de julho de 2016

Solar Impulse 2 completa volta ao mundo apenas com energia solar


"Este voo representa o enrolar mais incrível desta aventura."

História foi feita muito cedo no dia 26 de julho, quando o primeiro voo tripulado, de só um lugar, alimentado exclusivamente por energia solar, foi concluído.
A circum-navegação movida a energia solar começou em Abu Dhabi em março de 2015, e a viagem, originalmente, deveria ter terminado cerca de cinco meses depois, em agosto. Mas uma combinação de tempo e falhas técnicas levaram a atrasos significativos, sendo que a aeronave Solar Impulse 2 passou a maior parte do inverno passado num hangar havaiano.

O voo de 40 mil quilómetros foi partilhado entre André Borschberg e o recordista em balões de ar quente, Bertrand Piccard, que alternaram as 17 etapas da viagem entre eles. A parte mais longa no ar ocorreu entre Japão e Havai, que, em 8924km, também bateu o recorde para o voo mais longo movido a energia solar e sem interrupções.
Bertrand Piccard levou 2 dias e 37 minutos para voar o Solar Impulse 2 do Cairo a Abu Dhabi, mas esta nem esteve perto da etapa mais longa desta viagem de 16 partes. A parte mais longa coube a André Borschberg de a fazer e fê-la por cima do oceano Pacifico, pilotando durante 4 dias, 21 horas e 51 minutos enquanto ia de Nagoia, no Japão, para Honolu, no Havai. Foi a capacidade de resistência dos dois pilotos que ditou a rota e as paragens regulares da viagem, em vez do próprio Solar Impulse 2, que teoricamente poderia voar para sempre, fornecido por 17,000 células fotovoltaicas instaladas nas asas.

A etapa final da viagem começou no Cairo a 24 de julho, e a aeronave pousou em Abu Dhabi 48 horas e 37 minutos depois. A aeronave passou um total de 23 dias no ar para alcançar a sua meta.
"O futuro é limpo. O futuro é você. O futuro é agora. Vamos levá-lo ainda mais longe", disse Piccard através de um microfone para aplausos e gritos de uma multidão que incluía o príncipe Alberto II do Mónaco.

Falando aos que se reuniram na pista do Aeroporto Executivo de Al Bateen em Abu Dhabi, Piccard disse que a viagem é mais que apenas um triunfo para a aviação - é uma grande conquista em energia.

"Viajámos 40,000 km sem combustível. Agora é a sua vez de levar isto ainda mais longe", disse Piccard. "Temos soluções diferentes, tecnologias suficientes. Nunca devemos aceitar um mundo poluído apenas porque as pessoas estão com medo de pensar de outra maneira. O futuro é limpo, o futuro é você, o futuro é agora".
O avião possuí enormes assas com 72 metros (mais largas que as de um 747) são cobertas por 269,5 metros quadrados de células fotovoltaicas. Durante o dia, as células dão energia a quatro motores elétricos com 14kW (17,4cv) e a quatro baterias de iões de lítio com 41kWh. Durante a noite, os motores são movidos pelas baterias. A velocidade máxima de cruzeiro quando o sol está em cima é de 49 nós (90km/h) e um pouco mais lenta à noite, atingindo 33 nós (60 km/h). A viagem pode ter levado muito mais tempo que o previsto, mas tem sido uma conquista colossal, uma que irá ficar nos livros de história da aviação.

Mas mais do que isso, o voo mostra o potencial das energias renováveis. E foi este o assunto do empreendimento todo - para demonstrar o que se pode ser alcançado sem se ter de recorrer a combustíveis fósseis.
The Verge
The Huffington Post
Inc
Gizmag
Imagens retiradas de:
Solar Impulse

domingo, 24 de julho de 2016

Blue Angels - Simulador de acrobacias aéreas está agora disponível para Android



Existem aplicações que têm como tema a aviação e que são apenas para diversão e entretenimento, e depois há aqueles que realmente podem ser utilizados para treino e esforços mais sérios (mas não deixam de ser divertidos). Uma nova aplicação de simulação disponível para Android parece encaixar no segundo tópico, e é de facto licenciada pela Marinha dos EUA. A aplicação Blue Angels - Aerobatic Sim recebeu uma licença de três anos para poder utilizar o nome de Blue Angels, que é o nome da equipa oficial de demonstração de voos acrobáticos da Marinha.

No jogo, o utilizador poderá tornar-se parte da formação dos Blue Angels e experimentar as acrobacias e demonstrações em primeira mão. Bem, digitalmente claro. Poderá também pilotar o caça F/A-18 e o avião de transporte C-130 "Fat Albert", e saiba tudo sobre o que o espera quando começar a fazer as suas corridas e acrobacias por cima de festivais aéreos reais com vista a partir do próprio cockpit. O modo de simulação permitirá ao utilizador experienciar todas as funções de um atual piloto dos Blue Angels.
Blue Angels
O Modo de Festival Aéreo por sua vez deixará o utilizador fazer uma exibição real, completo com uma sequência personalizada de manobras e cenários oficiais, incluindo o NAF El Centro, NAS Key West, Reno, Elmendorf AFB e Baltimore. Na verdade, o seu objetivo é completar todos estes diferentes tipos de festivais aéreos. Por último, o Modo Aditivo permite que o utilizador experimente um pouco como o mesmo pode criar as suas próprias figuras acrobáticas. Terá o controlo total de tudo o que faz na aeronave podendo fazer loops, ligar o fumo, etc.
Blue Angels 3
As principais características do jogo são:
- Aviões de combate FA/18 e aviões de transporte C-130 "Fat Albert";
- Formação inovadora de voo e sistema assistido de orientação;
- Todas as manobras oficiais dos Blue Angels, reproduzidas em todas as funções;
- Todas as configurações - descolagem, diamante, delta, escalão, linha a par e a solo;
- Usar o Modo de Festival Aéreo para completar uma exibição real com uma sequência de manobras;
- Missões especiais - voo livre, preparação e C-130 JATO;
- Cenários de alta definição com o Rortos REAL 3D TECHNOLOGY;
- Exibição resumida em 3D para um melhor entendimento de manobras;
- Sistema de ajuda inovador com três níveis de dificuldade para atender tanto a iniciantes como para pilotos mais experientes;
- Sistema de medição de trajetória preciso para avaliação de pontos;
- As melhores classificações mundiais de desempenho;
- Cockpit virtual em 3D;
- Sistema de repetição de multi-câmaras com vistas dinâmicas;
- Área de preparação em 3D para um melhor conhecimento da aeronave.
Blue Angels 2
Poderá fazer o download da aplicação a partir do Google Play Store, gratuitamente. Há também compras na aplicação, o que pode apelar para aqueles que querem seriamente utilizar esta para demonstrações de voos indiretos.

Fontes:
Android Community
Play Store
Imagens retiradas de:
Play Store

sexta-feira, 22 de julho de 2016

Google construiu um museu virtual


A gigante Californiana lançou uma grande reformulação a uma aplicação incomum: Google Arts & Culture.

Disponível em ambos iOS e Android, esta aplicação contém imagens de arte de milhares de artistas, imagens históricas e documentos, e passeios virtuais a locais importantes culturalmente em todo o mundo.
"Assim, como as obras de arte e monumentos preciosos do mundo precisam de um toque para ficarem no seu melhor, a casa que nós construímos para acolher todos os tesouros culturais do mundo online também precisa de uns retoques de vez em quando. Estamos prontos para retirar os arquivos do pó e introduzir o novo site e aplicação do Google Arts & Culture. A aplicação deixa o utilizador explorar qualquer coisa a partir de gatos em arte, desde 200 a.C, até à cor vermelha no expressionismo abstrato, e muito mais."

"As nossas novas ferramentas irão ajudar o utilizador a descobrir obras e artefactos, o que permitirá mergulhar em experiências culturais por toda a arte, história e maravilhas do mundo, a partir de mais de um milhar de museus por 70 países."

É tudo atirado junto numa espécie de miscelânea, sem finalidade, obviamente, utilitária. Muito parecido com um museu tradicional, na verdade.

Também poderá dar um passeio virtual (usando a tecnologia do Google Street View) pelo Forte Sheikhupura no Paquistão, ler um artigo sobre a história da música brasileira, ou dar uma olhadela numa galeria de trabalhos feitos pelo pintor do século XV, Andrea Mantegna.
É agora compatível também com o Google Cardboard - dispositivo simples, divertido e barato onde se pode experienciar a realidade virtual. Poderá utilizá-lo para passear em redor do Templo de Zeus, na Grécia, ou ver arte de rua na Roma moderna.

Esta aplicação contém mais de 65,000 pinturas, cerca de 8,000 fotos, 19,000 objetos de barro, 7,000 esculturas, 202 objetos de mogno e quatro feitos em cinábrio, entre inúmeros outros.

Um dos aspetos mais interessantes da aplicação é a funcionalidade de reconhecer arte. Esta utiliza a câmara do smartphone para reconhecer arte em certos museus, que, por enquanto, são o Dulwich Picture Gallery, em Londres, a Galeria de Arte de Nova Gales do Sul, em Sydney e a Galeria de Arte Nacional, em Washington DC, fornecendo, de seguida, mais informações.

O Google afirma que pretende trazer esta funcionalidade para mais museus à medida que o tempo passa: "Estamos a planear trazer isto para museus em redor do mundo, portanto, fique atento."

Também aponta para o nosso futuro que está a ficar cada vez mais conectado - em que uma camada suplementar digital está a ser aumentada cada vez mais do mundo real com informação e contexto que pode ser acedido quando necessário.
Há muito mais para aprender sobre o nosso património cultural comum. Faça já o download da aplicação para iOS ou Android e descubra um mundo de experiências, todos os dias.

Fonte:
Business Insider
Google Blog

sábado, 25 de junho de 2016

Solar Impulse 2 completa primeiro voo transatlântico alimentado por energia solar.



Três dias e 4,200 milhas (6765km) depois: lento, mas com uma pequena amostra do futuro.

O Solar Impulse 2 aterrou em Sevilha, completando assim a primeira travessia do Atlântico do mundo movida a energia solar. O voo, com partida em Nova Iorque, levou apenas três dias (71 horas e 8 minutos).
Fazendo lentamente uma volta ao mundo de volta a Abu Dhabi, o Solar Impulse 2 tem dois pilotos que vão trocando de turnos. A viagem transatlântica foi a mais longa de Bertrand Piccard nesta aeronave. André Borschberg, que pilotou um doloroso e prolongado voo entre Nagoia e Havai ainda mantém o recorde do mais longo voo alguma vez feito a solo (8924km, durante 117 horas e 52 minutos) em julho de 2015.

Os voos, como é óbvio, levam muito tempo a ser feitos pois como o nome sugere, o Solar Impulse 2 é completamente alimentado por luz solar, com as suas enormes asas de 72 metros (mais largas que as de um 747) são cobertas por 269,5 metros quadrados de células fotovoltaicas. Durante o dia, as células dão energia a quatro motores elétricos com 14kW (17,4cv) e a quatro baterias de iões de lítio com 41kWh. Durante a noite, os motores são movidos pelas baterias. A velocidade máxima de cruzeiro quando o sol está em cima é de 49 nós (90km/h) e um pouco mais lenta à noite, atingindo 33 nós (60 km/h).
As células solares não chegam a reabastecer as baterias durante o dia, o que significa que o avião não consegue voar para sempre, ainda. A duração máxima do voo anda por volta dos cinco a seis dias.

Por razões de economia de energia, o cockpit do Solar Impulse 2 só pode transportar um único ser humano, e é ao mesmo tempo sem aquecimento e sem pressão. Os pilotos dormem enquanto estão no ar, mas só por meros 20 minutos a cada hora (os dados da telemetria de um voo mostrou que se fizeram 10 sestas de 20 minutos ao longo de um período de 24 horas). Agora multiplique estas condições por um tempo de voo contínuo de três ou quatro dias e terá uma ideia dos rigores que Piccard e Borschberg têm que atravessar.

Em conversa com o The Guardian, a poucas horas de Sevilha, Piccard falou sobre a importância de uma travessia a energia solar sobre o Atlântico. "O Atlântico é a parte mais simbólica do voo", afirmou. "É simbólico porque todos os meios de transporte tentaram atravessar o Atlântico, primeiro os barcos a vapor, o primeiro avião, os primeiros balões, as primeiras aeronaves e, hoje, é o primeiro avião movido a energia solar".
"Mas o objetivo não é mudar a aviação, como Charles Lindbergh fez, mas para inspirar as pessoas a usar tecnologias [renováveis] e mostrar às pessoas que podem usar estas tecnologias todos os dias para terem uma melhor qualidade de vida."

O Solar Impulse 2 agora, em teoria, só tem mais um voo para fazer para completar a sua circumnavegação do globo: de Sevilha a Abu Dhabi. Ainda não se sabe quando é que o voo se irá realizar (depende muito das condições do tempo e do estado da aeronave), mas quando se realizar estarei cá para anunciar.

E como bónus temos uma selfie aérea com a vista de fora do cockpit:
Fontes:
arstechnica
SOLARIMPULSE
Imagens retiradas de:
SOLARIMPULSE

quarta-feira, 8 de junho de 2016

Microsoft lança serviço de gerenciamento de projetos chamado Planner


A formação do Microsoft Office recebeu ontem (6 de Junho) uma nova adição: o Microsoft Planner, um software de colaboração em equipa que permite, visualmente, a organização de planos, atribuição de tarefas, a partilha de ficheiros, chat e muito mais. A nova aplicação, introduzido pela primeira fez em versão de testes no Outono passado, entra num espaço competitivo que inclui software profissional como o JIRA Core da Atlassian, bem como outras funcionalidades de fácil utilização de startups como a Trello e a Asana.
Muito semelhante com o Trello, o Planner também utiliza o conceito de "boards" para se manter o trabalho organizado. Dentro de cada "board" há "cartões" individuais que podem ter as suas próprias datas de vencimento, anexos, categorias e conversas. Estes "cartões" poderão ter documentos ou fotos anexadas para ser mais fácil de ver o que o mesmo é sobre, e os "cartões" podem ser organizados em colunas chamadas de "buckets" ou classificações, que também podem ser priorizados e diferenciados por cores.

Outro aspeto chave desde software é o "Hub" ou Plano, onde o utilizador poderá acompanhar o progresso global dos projetos, ver o que está a decorrer atualmente ou o que passou, e filtrar objetivos para ver outras tarefas ou atribuições.
 
O que torna esta oferta da Microsoft convincente em relação à concorrência é a sua integração com outros produtos da mesma - algo que irá agradar a organizações que já estão a investir em pacotes do Microsoft Office e serviços relacionados. Por exemplo, o Planner está integrado ao Office 365, o que significa que as conversas que estão no Planner também estão disponíveis no Outlook 2016, Outlook na web e nos dispositivos móveis.

O Planner está integrado com o OneNote e o software funciona com o Office, sendo possível aos utilizadores a anexação de ficheiros do Word, Excel e PowerPoint a um "cartão". Este ficheiro é, de seguida, armazenado na biblioteca de documentos do SharePoint Online, o que torna este disponível offline também.
No entanto, o Planner, têm o beneficio de apelar aos clientes que podem não estar familiarizados ou confortáveis com as aplicações de startups que nunca ouviram falar. Na verdade, a Microsoft diz que conseguiu convencer o governo local de Cascais a transferir todo o seu fluxo de trabalho para o Planner. É provável que a empresa possa atrair clientes semelhantes e mais tradicionais que estão familiarizados com os produtos do Office.

"Com o Planner, melhorámos a colaboração para cerca de 20%. Estamos a completar iniciativas de grupo de aproximadamente sete por cento mais rápido, e todos se mantêm alinhados facilmente devido ao nível adicional de transparência." --- Miguel Pinto Luz, Vice-Presidente da Câmara Municipal de Cascais.

Embora possa não parecer super emocionante, as aplicações de gerenciamento de projetos são essenciais para qualquer empresa que colabore online. Praticamente todas as operações no locais de trabalho nos dias de hoje, por parte dos governos locais para as gigantescas corporações, depende deste tipo de ferramentas para o trabalho ser feito. Muitas equipas ainda gerenciam projetos usando as colunas do Excel. Portanto, a Microsoft está melhor posicionada do que a maioria para obter esses grupos usando o seu software contra os produtos dos concorrentes, mesmo que bem estabelecidos.

Fonte:
TechCrunch
The Verge
Office Blogs
Imagens retiradas de:
Microsoft
Office Blogs

sexta-feira, 27 de maio de 2016

Reddit estreia upload nativo de fotos sugerindo uma separação do Imgur


Reddit logo
O site Imgur tem sido o parceiro não oficial do Reddit quando se trata de fazer uploads de mídia. Quando o utilizador vê fotos e gifs no seu subreddit favorito, é quase garantido que quase todos estão hospedados no Imgur. Mas esta semana, o Reddit anunciou o lançamento da própria opção de upload nativo de mídia, com suporte para imagens de até 20Mb e Gifs até 100Mb, que são hospedados no próprio site.

"Durante muito tempo, outros serviços de hospedagem de mídia têm sido uma parte integrante da forma como o conteúdo é partilhado no Reddit - estamos gratos a essas equipas, mas também estamos ansiosos em trazer-vos uma experiência melhor com esta nova funcionalidade," afirmou um membro da equipa do Reddit no post de anúncio.

Esta funcionalidade de upload nativo de mídia está a ser testado em "comunidades selecionadas" que incluem alguns dos subreddits mais populares do site, como o /r/Gaming, o /r/Aww, o /r/Funny, o /r/Gifs e o /r/pics. No entanto, os utilizadores do Reddit ainda têm a opção de publicar as suas imagens ou gifs pelo Imgur ou sites de terceiros.

"Hoje, estamos em parceira com os moderadores para lançar uma funcionalidade de hospedagem nativa em versão beta em 16 comunidades no Reddit, seguidas de 50 mais na próxima semana. Nesta renovação, a funcionalidade de hospedagem irá suportar uploads de imagens e gifs."

Enquanto isto possa ser visto pela maioria dos utilizadores como apenas outra opção de upload, esta também é outra tática para o Reddit tentar manter os seus utilizadores no próprio. Há mais de um ano, o Reddit tem vindo a fazer ajustes para atrair anunciantes e aumentar a sua receita. O lançamento da sua própria aplicação nativa, por exemplo, "prepara o palco" para serem exibidos anúncios lá, enquanto que em aplicações de terceiros isto não é possível.

Com isto, o tráfego do Imgur poderá diminuir em bastante como resultado desta opção, com menos visitantes que vêm ao site para ver as imagens ou gifs que estão a ser discutidas no Reddit. O site não está muito preocupado, neste momento, afirmando ao TechCrunch que continuará a concentrar-se na sua própria comunidade e destacando as imagens mais virais da Internet.

A nova funcionalidade de upload do Reddit pode, no final de contas, não importar muito, pois tudo depende da preferência dos utilizadores, e estes são livres para continuar a usar o Imgur exatamente como antes.

Fonte:
SlashGear
Reddit
Imagem retirada de:
Wikipedia

quarta-feira, 11 de maio de 2016

Primeiro modelo topográfico completo de Mercúrio revelado pela NASA


A missão Messenger da Nasa revelou o primeiro modelo global de elevação digital (DEM) de Mercúrio, revelando em detalhes impressionantes a topografia por todo o planeta. Esta topografia irá abrir o caminho para os cientistas caracterizarem completamente a história geológica de Mercúrio.

Com esta sendo a 15ª e última partilha importante de dados, a missão Messenger tem vindo a compartilhar mais de 10 terabytes de dados de ciência de Mercúrio, incluindo cerca de 300,000 imagens, milhões de frequências, e numerosos produtos de mapas, juntamente com ferramentas interativas permitindo ao público a análise destes dados.

"A vasta riqueza destes dados já permitiu e continuará a permitir excitantes descobertas científicas sobre Mercúrio durante as próximas décadas", disse Susan Ensor, engenheira de software no Laboratório de Física Aplicada da Universidade Johns Hopkins (APL).

Este novo modelo revela uma variedade de características topográficas interessantes, incluindo os pontos mais altos e os mais baixos do planeta. A maior elevação em Mercúrio está 4,48 km acima da elevação média do planeta, localizado a sul do equador em alguns dos terrenos mais velhos de Mercúrio.

O ponto mais baixo, a 5,38 km abaixo da média de Mercúrio, é encontrado na bacia de Rachmaninoff, uma intrigante bacia de anel duplo suspeita de hospedar alguns dos mais recentes depósitos vulcânicos do planeta.
Mais de 100,000 imagens foram utilizadas para criar o novo modelo. Durante a fase orbital da missão Messenger, as imagens foram adquiridas com uma grande variedade de geometrias e condições de iluminação, o que permitiu a topografia em toda a superfície de Mercúrio ser determinada.

"Este tornou-se um dos meus mapas favoritos de Mercúrio. Agora que este está disponível, aguardo com interesse em ser utilizado para investigar este admirável evento vulcânico que formou a superfície de Mercúrio", acrescentou Nancy Chabot, cientista de instrumentos do Duplo Sistema de Imagem para Mercúrio (MDIS), num comunicado da NASA.

"Durante os seus quatro anos de observações orbitais, a missão Messenger revelou as características globais de um dos nossos vizinhos planetários mais próximos, pela primeira vez", afirmou o Investigador Principal Sean Solomon.
Os dados da missão continuarão a ser utilizados pela comunidades de ciência planetária durante os próximos anos.

Embora as operações orbitais da missão Messenger tenham terminado há cerca de um ano atrás, o lançamento de dados de hoje é um dos marcos mais importantes para o projeto. Armazenados os extensos conjuntos de dados da missão no Sistema de Dados Planetário da Nasa estes deixam um legado duradouro da missão.


Fonte:
I4U
Nasa
Imagens retiradas de:
Nasa

quinta-feira, 28 de abril de 2016

A produção da Wii U poderá continuar até 2018, confirma Nintendo


A Nintendo poderá acabar com a produção de sistemas de Wii U até março de 2018, o presidente da companhia e CEO, Tatsumi Kimishima, disse a investidores esta manhã. A Reuters relatou a notícia da sessão de Q&A (perguntas e respostas) de ontem (quarta-feira), onde Kimishima discutiu sobre o ano fiscal anterior, planos de lançamento futuros e sobre o futuro das suas consolas atuais.
No início deste ano, o jornal de notícias japonês Nikkei informou que a Nintendo tinha planeado encerrar o fabrico do hardware do Wii U até ao final de 2016. A Nintendo veio depois a negar esta afirmação, mas não ofereceu nenhuma outra informação.
Esta foi a única vez que a Nintendo anunciou um fim para o Wii U, dando cerca de mais dois anos em produção, sendo que 2018 será o último ano de fabrico para esta consola.

No seu novo relatório financeiro, a Nintendo previu que iria vender cerca de 800,000 consolas Wii U durante o atual ano fiscal. No ano passado, a companhia vendeu 3,26 milhões de unidades de hardware.
Mas que o Wii U será descontinuado já não deveria de vir como uma surpresa, pois, devido o seu desempenho relativamente fraco desde o lançamento em 2012. Desde então a consola vendeu 12,8 milhões de unidades, colocando-a muito atrás de outras consolas que a Nintendo vendeu. O seu antecessor, a Wii, vendeu 101,6 milhões de unidades durante a sua produção, enquanto que até antes desta o Gamecube tinha apenas vendido 21,74 milhões de unidades tendo alcançado o recorde de piores vendas da Nintendo.
No entanto, com o lançamento iminente da próxima consola da Nintendo - que tem como nome de código NX - é apenas uma questão de tempo até que o Wii U encontre o seu fim. A Nintendo afirmou que o novo sistema chegará em março de 2017. De destacar também que o NX não será apresentado na E3 deste ano, mas por enquanto, espere por mais informações mais tarde ainda este ano.
Kimishima garantiu que o NX não vai "simplesmente substituir o 3DS e o Wii U" durante a sessão de Q&A (perguntas e respostas) de ontem (quarta-feira), de acordo com o reporter do Wall Street Journal, Takashi Mochizuki e como se pode ver no tweet incorporado em cima. O próximo The Legend of Zelda, será o seguinte jogo a ser lançado e será compativel com ambos o NX e o Wii U em 2017. Este jogo será, provavelmente, o único grande lançamento que a Nintendo irá fazer na E3 em junho.

Via:
Polygon
The Verge
GEEK
Reuters
Imagens retiradas de:
Nintendo

segunda-feira, 21 de março de 2016

Aeroporto Internacional de Cochin torna-se o primeiro do mundo a operar totalmente com energia solar


Aeroport de Cochin
O Aeroporto Internacional de Cochin, o sétimo mais movimentado e o primeiro aeroporto da Índia a ser construído sob o modelo de PPP criou outro capítulo na história da aviação, tornando-se o primeiro aeroporto do mundo que opera totalmente com energia solar. O Honorável Chefe Ministro Oommen Chandy inaugurou a central solar de 12 MWp a 18 de Agosto de 2015, composto por 46,150 painéis solares fixados nos 18 hectares perto do complexo de cargas. Agora, a central solar do Aeroporto Internacional de Cochin está a produzir entre 50,000 e 60,000 unidades de eletricidade (kWh) por dia para ser consumida por todas as suas funções operacionais, o que tecnicamente faz com o aeroporto seja "absolutamente neutro de energia".

"Nós quisemos ser independentes da rede elétrica de serviço público", disse o gerente geral do aeroporto, Jose Thomas, à CNNMoney.
Central Solar de Cochin
O custo deste grande projeto ronda os 620 milhões de rupias (8,2 milhões de euros), um montante que o aeroporto espera economizar em menos de seis anos para não ter que pagar mais as contas de eletricidade. "Quando nos apercebemos que a conta de eletricidade era muito alta contemplámos várias possibilidades, até que a ideia de proporcionar energia verde foi introduzida", disse V.J.Kurian IAS, diretor geral. Também se estima que a central solar irá evitar que sejam libertadas mais de 300,000 toneladas métricas de emissões de carbono provenientes da energia do carvão nos próximos 25 anos.
Também se anunciaram planos para duplicar a sua capacidade geradora de energia solar nos próximos anos para 26,50 MWp (de relembrar que ainda estão a 12 MWp)
Central Solar de Cochin 2
Numa altura em que a energia solar se tornou muito mais barata na Índia, a iniciativa do Aeroporto Internacional de Cochin tem vindo a chamar a atenção nacional e intencional.

O Aeroporto Internacional de Calcutá, que é maior e mais agitado que o de Cochin, está também a planear construir uma central solar que cubra tanto quanto 28 hectares este ano, o que iria reduzir a sua conta de energia elétrica em um terço, de acordo com Siga Judson, gerente geral do aeroporto.

Jose Thomas diz que geralmente os aeroportos têm uma grande abundância de terra livre para que se possa usar os painéis solares. Mas diz também que é muito mais fácil para instalações menores tornarem-se movidas totalmente a energia solar, porque estas utilizam menos energia elétrica.

"Queremos continuar o nosso status como um aeroporto de energia neutra", afirmou Thomas.

No entanto, esta é uma conquista realmente incrível que mostra o quanto potencial que a energia solar oferece para reduzir as emissões de carbono como também de fornecer energia.

Via:
BGR
CIAL 1 2
CNNMoney
Imagens retiradas de:
CIAL

domingo, 14 de fevereiro de 2016

O Picasa ficará sem suporte da Google esta primavera


Picasa Logo
Picasa, a empresa de tecnologia de Mountain View que foi vista como o Photoshop de um homem pobre, anunciou oficialmente que já não está a receber o apoio do Google. A empresa irá desligar o popular software de edição de vídeo e fotografia e informa que todos voltem a sua atenção para a aplicação de fotos do Google.

Para muitas pessoas, o Picasa tem sido uma excelente ferramenta. O Alphabet Inc., mais conhecido como Google, está a avançar com o seu novo software e deixará de trabalhar com esta aplicação. Para aqueles que ainda estão a utilizar o Picasa para edição de fotografia e de vídeo, estes poderão continuar, mas começarão a notar um declínio no funcionamento.

A aplicação desktop do Picasa será fechada no dia 30 de março, e dois meses depois, os utilizadores não serão capazes de editar os seus álbuns do Picasa.

"No entanto, para aqueles que não querem usar o Google Photos ou que ainda querem ser capazes de visualizar conteúdo especifico, como tags, legendas ou comentários, iremos criar um novo lugar para o utilizador acessar aos dados dos seus álbuns web do Picasa. Desta forma, ainda será capaz de ver, transferir ou eliminar os seus álbuns do Picasa, só não será capaz de criar, organizar e editar álbuns (mas poderá fazer isto tudo agora no Google Photos).
Uma coisa a deixar claro é que nada disto irá acontecer hoje, se tiver um álbum web do Picasa, poderá continuar a utilizá-lo normalmente. Só começaremos a por em prática estas alterações no dia 1 de maio de 2016."
Na verdade, o Google tem sido muito agressivo em impulsionar a sua aplicação Photos desde o seu lançamento no ano passado, e é sem surpresas nenhumas que a promove bastante dizendo que tem uma "maneira ainda mais fácil de acessar, modificar e compartilhar com a maior parte, (dos utilizadores do Picasa) o seu conteúdo." A gigante de tecnologia também disse no seu blog que todas a fotos e vídeos estarão já na aplicação Photos, e como referido em cima as pessoas ainda poderão transferir ou eliminar os seus álbuns do Picasa, se necessário. Mas, ainda assim, sem a opção de editar álbuns, o Picasa será, essencialmente, inútil, uma vez que o serviço é encerrado nesta primavera.

Será difícil para muitos fazer a transição, mas o Google promete que o novo programa é muito fácil de usar e que a mudança também será fácil.

Embora pareça ser o fim de uma era, o Picasa não está sozinho na sua crescente irrelevância. O Yahoo adquiriu o Flickr em 2005, e enquanto o Flickr ainda estiver por aqui, sem dar sinal de ir embora tão cedo, o serviço tem vindo progressivamente a tornar-se menos e menos proeminente apesar dos melhores esforços do Yahoo para promovê-lo.

Via:
I4U
ModernReaders
Google Photos Blog
Imagem retirada de:
Picasa

quinta-feira, 4 de fevereiro de 2016

O Projeto Skybender do Google utiliza drones para trazer Internet super rápida aos céus


Se segue as atividades do Google habitualmente, terá provavelmente conhecimento do Projeto Loon, um esforço para fornecer acesso à Internet para aqueles que vivem em áreas rurais ou áreas afetadas por calamidades naturais utilizando balões equipados com LTE.

De acordo com um novo relatório do The Guardian, o Projeto Loon tem alguma companhia. Como parte de um outro projeto, chamado Projeto Skybender, o Google está a fazer experiências com uma frota de drones movidos a energia solar e equipados com uma nova tecnologia de banda larga sem fios com uma velocidade muito rápida que é até 40 vezes mais rápida do que a LTE.

"A grande vantagem das ondas milimétricas é o acesso ao novo espetro, porque o espetro celular já existente está sobrelotado. Está muito cheio e não há outro lugar para ir", diz Jacques Rudell, professor de engenharia elétrica na Universidade de Washington em Seattle e especialista nesta tecnologia.

O Projeto Skybender tem sido envolto em segredo até agora, com testes sendo feitos por cima do deserto do Novo México. Como parte dos testes, o Google está a usar um nova tecnologia experimental conhecida como "ondas milimétricas de rádio," que, de acordo com o The Guardian, "poderá sustentar um novo acesso à próxima geração de Internet sem fio 5G."
Google Skybender
Embora o Projeto Skybender seja novo para nós, o interesse da Google em tecnologia de ondas milimétricas de rádio não é. Em 2014, a companhia assinou tarefas administrativas com a FCC (Comissão Federal de Comunicações) onde o Google estabeleceu planos para testar a tecnologia sem fios em San Mateo, na Califórnia. "A companhia tem, aparentemente, estado a analisar estas ondas milimétricas de rádio há pelo menos dois anos antes" - afirma Mark Hachman da PCWorld. A tecnologia de ondas milimétricas ainda tem um grande caminho a percorrer até que chegue à sua fase de maior importância, pois o seu alcance é limitado, comparado com o da LTE.

Será tudo isto fruto do Projeto Loon?
O The Guardian aponta que o Projeto Loon e o Projeto Skybender caem ambos sob o alcance do Google Access, o mesmo grupo responsável pelo Google Fiber, que o site ReCode descreveu em novembro. Além disso, a relação entre estes dois projetos ainda não é clara. Será o Skybender um eventual sucessor do Projeto Loon? Será que estes dois projetos se vão unir?

Para muitos de nós, a resposta a estas perguntas pouco ou nada importam. Mas, o trabalho do Google para expandir o alcance de banda larga é que importa, no entanto, e será interessante ver como se desenvolve a partir daqui.

E para aqueles que ainda não sabem o que é o Projeto Loon:

"Muitos de nós vemos a Internet como uma comunidade global. No entanto, 2/3 da população mundial ainda não tem acesso à Internet. O Projeto Loon é uma rede de balões que viaja pelos confins do espaço. A finalidade do projeto é conectar pessoas em áreas rurais e remotas, ajudar a preencher falhas de cobertura e ajudar a recuperar a conexão com a Internet em áreas que passaram por desastres."



Via:
The Guardian
Google(Loon)
Imagem retirada de:
The Guardian