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GoPro anuncia Hero 6 Black, a câmara 360 Fusion e novas funcionalidade para o drone Karma

GoPro Hero 6 Black Após uma espera ansiosa a GoPro revelou a mais recente da sua série de Heros, a Hero 6 Black, que tendo um design se...

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terça-feira, 20 de setembro de 2016

GoPro anuncia Hero5 Black, Hero5 Session e um drone


Gopro
Depois de terem vindo a anunciar uma nova câmara durante meses, a GoPro, finalmente, tem dois novos modelos a Hero5 Black a 429,99€ e a Hero5 Session a 329,99€. Ambas as câmaras serão lançadas dia 2 de outubro.
A primeira é uma revisão completa e uma nova câmara flagship (importante) para a marca. A outra é uma versão melhor do modelo original de 2015, mas com menos funcionalidades principais que a Black tem, para ajudar a tornar algumas decisões mais fáceis.

Ambas as câmaras são impermeáveis até 10 metros sem proteção. As câmaras GoPro anteriores eram apenas resistentes e à prova de água quando numa caixa de policarbonato, e lidar com estas caixas era um aborrecimento. Presumivelmente haverá caixas de mergulho para aqueles que querem ir mais fundo ou que precisam de proteção contra choques, mas o consumidor poderá simplesmente tirar a câmara da caixa e ir para a praia e surfar com esta.
A GoPro também introduziu o que chama de estabilização eletrotécnica de imagem, de nível profissional.

A Black e a Session serão capazes de gravar em resolução 4K a 30fps (imagens por segundo). Isto é o mesmo que o modelo anterior, Hero4 Black, mas passando para a Session. O Hero5 Black, no entanto, tem outras melhorias de imagem.

A câmara pode capturar fotos de 12 megapixéis no formato RAW e há também um modo de amplo alcance dinâmico. A GoPro também acrescentou uma definição de visão linear que corrige a distorção nas suas fotos e vídeos de grande ângulo. A Session de 10 megapixéis tem esta opção também, mas não tem a opção RAW e o modo WDR (Amplo Alcance Dinâmico).

A GoPro abandonou a configuração dos três botões para a Hero5 Black em favor de um display touchscreen de 2 polegadas e um único botão que liga a câmara e começa a gravação. A interface touch foi atualizada, também, simplificando um bocado as configurações.
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No início do ano, o CEO da GoPro, Nick Woodman, disse que a Hero5 seria "a mais conectada e conveniente" câmara que a GoPro alguma vez fez e qualquer novo hardware faria um melhor trabalho em conectar smartphones e a cloud.

Acesse à GoPro Plus, um serviço de subscrição baseado na cloud que faz com que seja possível fazer upload, editar e partilhar os seus clipes com um smartphone ou um computador. Ligue uma Hero5 para carregar e a câmara irá automaticamente armazenar as suas fotos e vídeos para o serviço.

O serviço dá também acesso a uma biblioteca de música licenciada para usar nos vídeos, 20% de desconto em suportes e acessórios no site da GoPro, suporte premium e acesso exclusivo a vestuário da GoPro.

As câmaras Hero5 têm comandos de voz para iniciar e parar gravações, tirar fotos e até mudar os modos de disparo. A empresa tem também planos para um novo controlo remoto, chamado Remo, para aumentar o alcance dos comandos de voz.

A GoPro provou também que ainda há espaço para algo novo nos drones câmara.
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Depois, também, de terem vindo a anunciar e até lançar um vídeo, a empresa revelou finalmente o Karma, o primeiro drone desenhado para as suas câmaras, mas simplificado para os novatos em drones.
Vamos pegar no exemplo do controlo remoto do Karma. Muitos drones câmara vêm com controlos remotos cheios de botões. Claro, alguns são mais fáceis de usar que outros, mas o controlo remoto do Karma tem a sensação familiar de um controlador de jogos. Além do mais, o utilizador não necessitará de ligar o seu smartphone ou andar atrás do drone porque este controlo remoto já tem um ecrã touch.
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O Karma é pequeno, também. Dá para dobrar e por numa mochila pequena. Na verdade, este vem com a mochila incluída. E, como é óbvio, é feito para trabalhar com as câmaras Hero5 Black e Hero5 Session, mas também poderá trabalhar com as Hero4. O utilizador, então, não terá uma câmara que está permanente ligada a um drone, tem uma câmara que pode utilizar com ou sem drone.

Talvez o seu melhor recurso seja o estabilizador de três eixos, da câmara, no drone. Não só irá manter o vídeo com uma aparência suave no ar, como pode ser removido e fixo ao Karma Grip. A GoPro afirma que o Grip poderá ser usado com as mãos, perfeito para correr, andar de bicicleta, andar de skate, etc. junto dos amigos, ou montando noutros suportes.
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O Karma será lançado dia 23 de outubro a 869,99€ (mais informações clique aqui).

Fonte:
CNET (1)(2)
GoPro

segunda-feira, 19 de setembro de 2016

A mais recente aquisição do Google poderá tornar o Maps um pouco melhor



A Urban Engines tem vindo a analisar o tráfego de cidades e como as pessoas se movimentam. Assim, naturalmente, faria sentido que esta companhia fosse adquirida por um conjunto que esteja interessado em fazer os seus mapas mais eficientes. E é aqui onde o Google entra. O gigante das pesquisas comprou a Urban Engines com o único propósito de melhorar o Maps.

"A nossa história começou com um engarrafamento."
"A partir desse momento, temos sido inspirados como uma equipa para tornar a navegação no mundo real mais fácil tal como a navegação virtual. Anteriormente, trabalhávamos em fazer a web mais rápida, melhor e mais personalizável. Sentimos uma oportunidade de aplicar estas lições para o mundo em que vivemos, e tornar a vida urbana melhor. Com o rápido crescimento em sensores (GPS, faróis, etc.) nos smartphones, carros e trânsito, estamos agora na era da Internet de mover coisas. O potencial de melhorar a vida de milhões de passageiros, aprendendo com padrões de comportamentos pendulares, reformulando o congestionamento e a criação de novos serviços ao consumidor a cada minuto é incrível. Na verdade, temos uma oportunidade para criar um sistema operativo urbano - uma sobreposição de software inteligente para o nosso mundo real."
urban engines 2
"Um desafio fundamental é como montar uma alta-fidelidade, um "pulso" em tempo real à escala de uma cidade, a partir deste novo tipo de dados anónimos, agregados no espaço/tempo (por exemplo, a localização e as datas). Para nós, nerds da Ciência da Computação, o espaço/tempo é um novo "tipo de dados" com uma nova escala e desafios algorítmicos. Ao longo dos últimos anos, criámos Warp - um poderoso, novo mecanismo de espaço/tempo que junta milhões de passageiros e veículos com algoritmos especiais e com uma cloud poderosa. Por exemplo, como reconstruir o fluxo de milhões de passageiros todos os dias, como analisar e aprender com dados em grande escala a partir de hotspots e otimizar as trocas em "cenários hipotéticos" usando emulações dos sistemas do mundo real (como em SimCity)." 
"Ao longo dos últimos anos, tem sido nosso privilégio servir e aprender com clientes nas Américas, Ásia, Europa, África e Médio Oriente - parceiros inovadores em prefeituras e ministérios em "cidades inteligentes" a lideres no transporte global, cada um com um único desejo para melhorar as experiências pendulares de milhões de pessoas todos os dias e fazer infraestruturas urbanas mais eficientes. Até à data, o nosso mecanismo de espaço/tempo já analisou milhares de milhões de viagens e melhorou a vida de milhões de passageiros."
urban engines 1
"Hoje, estamos muito animados em partilhar a próxima fase da nossa jornada - A Urban Engines é agora uma parte da equipa do Google Maps! A localização analítica é um foco importante para ambos Urban Engines e para a equipa do Google Maps, e estamos empolgados em combinar forças para ajudar organizações a entender melhor a forma como o mundo se move. Há muita coisa que estamos a planear construir juntos, e não podemos esperar para mostrar o que está próximo."
"Estamos verdadeiramente gratos aos nossos clientes, utilizadores, parceiros, investidores e conselheiros que se juntaram a nós para ir atrás de um problema muito desafiador. A nossa viagem para fazer os próximos quilómetros um trilião de vezes mais rápidos e melhores ainda agora começou..."
Ainda é um pouco cedo para dizer exatamente o que a Urban Engines irá trazer para a mesa, mas com base na sua história, talvez melhor rotas em torno de engarrafamentos seria uma aposta bastante segura.

Fonte:
urban engines
engadget
Imagens retiradas de:
urban engines

quarta-feira, 7 de setembro de 2016

Dados de satélites podem ajudar a prever quais das florestas tropicais do mundo estão em apuros.


Os satélites são excelentes para comunicação, previsão do tempo, e uma série de outras atividades. Agora há uma aplicação que ainda não nos tínhamos deparado com - construção de um mapa de calor de várias florestas tropicais do mundo. Quando combinado com algumas ferramentas estatísticas puras, estes podem prever regiões que possam estar em apuros.

Este é o objetivo de um projeto da Universidade de Wageningen, na Holanda. Foi recentemente descrito num artigo para a revista Nature Climate Change, intitulado "Resiliência de sensoriamento remoto das florestas tropicais".

"Temos grandes quantidades de satélites a monitorizar estas florestas, e descobrimos que fomos capazes de utilizar informação de séries temporais com estes a olhar para a dinâmica e resiliência da floresta", disse, o principal autor, Professor Jan Verbesselt à Digital Trends. "Descobrimos que estas series temporais estão a abrandar devido a pressões, como as secas. Este é um novo indicador que pode ser derivado a partir destes dados, e podem ser usados para prever onde as florestas mais frágeis estão - para que as pessoas façam alguma coisa sobre isto".

O trabalho envolveu a análise das coberturas das árvores para ver como estas mudariam em resposta às mudanças climáticas. Em particular, as alterações na cor verde, e a velocidade a que estas mudanças ocorrem, é um indicador da capacidade que uma floresta tem de recuperar do stress. O modelo estatístico baseado em imagens de satélite também veio a provar que existe um "ponto de inflexão" onde as florestas colapsam após um período particularmente seco.
Florestas
"Nós ainda não tirámos conclusões imediatas do porquê destas secas estarem a aumentar", disse Verbesselt. "Vivemos num mundo em mudanças. O que estamos a fazer é estudar estas mudanças e como elas afetam as nossas florestas tropicais".

Olhando para o futuro, Verbesselt disse que espera que o modelo desenvolvido pela sua equipa possa ser usado para ajudar as pessoas a intervir para salvar as florestas antes de chegar ao ponto de não retorno. "Há mais dados de satélites disponíveis que nunca", afirmou. "Por exemplo, a Agência Espacial Europeia lançou recentemente três novos satélites chamados, Sentinel 1B, 2A e 3A. Esta enorme quantidade de dados de alta qualidade é de acesso livre e disponível gratuitamente. Os modelos que desenvolvemos podem ser usados nos dados de satélites para saber em detalhe o que está a acontecer no nosso ecossistema."

E não são apenas as florestas. "Existem vários sistemas dinâmicos que podem ser monitorizados a partir do espaço, como lagos, savanas, ervas", concluí. "Esta é uma ferramenta preditiva que toda a gente poderia usar [para ajudar a monitorizar uma variedade de sistemas naturais] ".

Informações sobre os satélites recentemente lançados:

-Sentinel-1 é um satélite de órbita polar, para qualquer tempo, que tem como missão enviar imagens de radar de dia e de noite para serviços terrestres e marítimos. O Sentinel-1A foi lançado no dia 3 de abril de 2014 e o Sentinel-1B no dia 25 de abril de 2016. Ambos foram levados para órbita num foguete Soyuz a partir do Porto Espacial Europeu na Guiana Francesa.

-Sentinel-2 é também um satélite de órbita polar, que tem como missão enviar imagens de alta resolução multiespectrais da terra fornecendo, por exemplo, imagens de vegetação, do solo e da cobertura da águas, vias navegáveis interiores e áreas costeiras. O Sentinel-2 pode também fornecer informações para serviços de emergência. O Sentinel-2A foi lançado no dia 23 de junho de 2015 e o Sentinel-2B seguirá no segundo semestre de 2016.

-Sentinel-3 é uma missão multi-instrumento para medir a topografia da superfície do mar, a temperatura da terra e do mar, cor do oceano e cor do solo com uma precisão de alta qualidade e segurança. A missão apoia sistemas de previsão dos oceanos, bem como a monitorização ambiental e climática. O Sentinel-3A foi lançado no dia 16 de fevereiro de 2016 e o Sentinel-3B está agendado para lançamento em 2017.

Fonte:
Digital Trends
esa
Imagem retirada de:
nature.com